Atrésia Esofágica: Um Desafio desde o Diagnóstico Pré-natal ao Tratamento Cirúrgico
Esophageal Atresia: A Challenge from Prenatal Diagnosis to Surgical Treatment

Vera Trocado - Autor Correspondente
Catarina Barroso
Cristina Nogueira-Silva
Jorge Correia-Pinto

Conteúdo do Artigo Principal

Resumo

A atrésia esofágica é a anomalia congénita mais comum do desenvolvimento do esófago, caracterizando-se por uma disrupção da sua continuidade, com uma prevalência de cerca de 1 em cada 2500 a 4500 nados vivos. A abordagem desta condição, desde o seu diagnóstico no período pré-natal até ao tratamento cirúrgico no período neonatal, constitui um importante desafio, tanto para o obstetra como para o cirurgião pediátrico. No âmbito do diagnóstico pré-natal, a ecografia, a ressonância magnética, bem como a análise bioquímica do líquido amniótico poderão ser úteis. Por outro lado, no que diz respeito ao tratamento cirúrgico desta condição, dispomos hoje de técnicas cirúrgicas minimamente invasivas, associadas a menor número de sequelas musculoesqueléticas, menor dor no pós-operatório e a um melhor resultado estético final. Neste artigo, os autores fazem uma revisão do papel das diferentes técnicas de diagnóstico pré-natal disponíveis, bem como das diferentes abordagens para o tratamento cirúrgico.

Palavras-chave: Atrésia Esofágica; Fístula Traqueoesofágica; Diagnóstico Pré-natal; Toracoscopia

Detalhes do Artigo

Como Citar
Trocado, V., Barroso, C., Nogueira-Silva, C., & Correia-Pinto, J. (2018). Atrésia Esofágica: Um Desafio desde o Diagnóstico Pré-natal ao Tratamento Cirúrgico. Gazeta Médica, 3(3). https://doi.org/10.29315/gm.v3i3.103
Secção
ARTIGO DE REVISÃO